Previsão das Quartas de Final: Oceania e Ásia

April 5, 2021 by
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Editor’s Note: This story was translated to Portuguese from the original English version, which you can read here.

Hoje temos uma prévia das quartas de final da Oceania e da Ásia, enquanto os atletas individuais desses dois continentes disputarão o cobiçado convite para uma semifinal, ficando um passo mais perto da classificação para os 2021 NOBULL CrossFit Games.

Oceania: de acordo com a tabela de classificação do Open, a região da Oceania terá 997 homens e 898 mulheres competindo por 60 vagas na semifinal Torian Pro Oceania, realizada em Brisbane, Austrália, de 28 a 30 de maio. Com a maioria desses atletas representando a Austrália e a Nova Zelândia. Com apenas 3% dos homens e 3,3% das mulheres avançando para a próxima fase dos Games após as quartas de final online, vamos dar uma olhada no campo altamente competitivo da Oceania e dizer quem achamos que estará competindo por uma das 30 vagas. 

Divisão Feminina:

  • A mais condicionada: O campo é marcado pela quatro vezes campeã e defensora do título de “Mulher mais condicionada do mundo” Tia-Clair Toomey que, no momento desta publicação, acaba de ganhar seu primeiro título mundial do Open.
  • Testadas em batalha: estas são as atletas veteranas dos Games no top 60 da tabela de classificação do Open que prevemos que se classificarão para o Torian Pro. Essas atletas incluem Kara Saunders, Maddy Sturt, Jessica Coughlan, Alethea Boon, Justine Beath. Jaime Goodwin, Emma Chapman, Gemma Root, Kate Gordon, além de Carly Menzies e Aimee Tawhai, que participaram dos Games em uma equipe. Uma atleta renomada quenão está neste grupo é a Jamie Simmonds, que se machucou antes do Open e não vai competir este ano.
  • Atletas mais novas chegando à elite: este grupo pode não ter o currículo das mencionadas anteriormente, mas isso se deve ao fato de serem relativamente novas na cena. Katelin Van Zyl apareceu em 2019 com um impressionante Open que a levou à sua primeira participação nos Games. Ela deu sequência com outra performance impressionante no Open no ano passado, terminando em 20º lugar antes de recusar seu convite para os Games devido à gravidez. Harriet Roberts conquistou seu primeiro convite individual para os Games na temporada passada, quando ganhou o Campeonato Pandaland CrossFit depois de participar duas vezes em equipe.
  • Campeãs nacionais em temporadas anteriores: MariaNive Clark é a única atleta que se enquadra nesta categoria e que não está em uma anterior. Ela representou Samoa nos Games de 2019, onde terminou em 119º. Atualmente ela está classificada em 342º lugar na região da Oceania.
  • Participantes de Sancionados: Ellie Turner lidera este grupo de atletas que competiram em eventos Sancionados nos últimos dois anos e foi destacada como uma das nossas “Young Guns of 2021”. A jovem de 23 anos não decepcionou e terminou em 35º lugar mundial no Open e em terceiro na Oceania. Madeline Shelling (4ª na Oceania), Marnie Sykes (5ª), Christee Bishop (7ª), Laura Clifton (10ª), Amanda MacKay (15ª) são atletas com experiência no circuito dos Sancionados.
  • Relativamente desconhecidas: Sophia Knowles, Georgia Pryer, Briony Challis e Emily De Rooy têm menos de 24 anos de idade e estão entre as 50 primeiras, e todos viram melhorias significativas em suas performances no Open deste ano em comparação com os anteriores.

Divisão Masculina:

  • Testados em batalha: esta lista começa com Jay Crouch, que com apenas 22 anos tem três anos de experiência nos Games em seu currículo; o ano passado foi seu primeiro como atleta individual. O australiano teve sua melhor colocação no Open deste ano, terminando em 17º lugar mundial. O veterano e seis vezes atleta dos Games, Khan Porter terminou em segundo lugar na Oceania e teve seu melhor resultado no Open desde 2017, terminando em 33º lugar mundial. Matt McLeod, Zeke Grove, Rob Forte, James Newbury, Brandon Swann, Royce Dunn e Mitchell Sinnamon completam uma série de atletas que farão da competição masculina um evento All-Star da Oceania.
  • Atletas mais novos chegando à elite: Bayden Brown viu seu reinado de dois anos como o “mais condicionado da Austrália” chegar ao fim ao terminar em terceiro neste ano. O atleta de 26 anos tem duas participações nos Games que coincidem com os campeonatos nacionais. Luke Fiso competiu nos Games em 2019 e terminou em 52º lugar.
  • Campeões nacionais em temporadas de Sancionados: ninguém nas quartas de final da Oceania se enquadra nesta categoria.
  • Participantes de Sancionados: Evan Morris, Hayden LaVanda, Matt Gilpin, Jack Clark, Jake Standen, Ryan Woodall e Zac Thomas competiram em Sancionados nas últimas duas temporadas e terminaram entre os 50 primeiros em sua região.
  • Relativamente desconhecidos: Luke Fowler, Ben Fowler, Ethan Van Der Velden, William Kearney, Jack Laker, Stephen Mischewski e Rees Machell são todos desconhecidos, mas é devido à idade, pois são o novo grupo de atletas, com menos de 23 anos, que procuram participar do grupo de veteranos “testados em batalha”.

Fora dos 60 melhores:

  • Mulheres: Charlotte Mathews (114º).
  • Homens: Lucas O’Brien (162º).

Ásia: A semifinal do Asia Invitational junta-se ao Torian Pro como as duas únicas competições que não eram eventos Sancionados antes desta temporada. A competição presencial será realizada de 11 a 13 de junho na Coreia do Sul e, como a Oceania, convidará 30 atletas, no entanto, apenas os dois primeiros homens ou mulheres irão avançar para os Games. As quartas de final masculina terão 828 atletas com apenas 3,6% avançando para as semifinais. A divisão feminina tem apenas 418 atletas com 7,2% indo para o Asia Invitational.

Divisão Feminina:

  • Testadas em batalha: não há muitas atletas que se enquadram nesta categoria, pois no lado feminino a região da Ásia ainda está em desenvolvimento. A russa Anastasiya Ganina foi a primeira colocada representando a Ásia nos Games de 2019, terminando em 51º. Ela terminou em 12º no Open por seu convite para as quartas de final. Nicole Pettel (Israel) e Akiko Kamitani (Japão) sobreviveram ao “primeiro corte” dos Games de 2019 e estão entre as 20 primeiras no Open da Ásia deste ano.
  • Atletas mais novas beirando a elite: Esta categoria está vazia por enquanto, já que a Coreia e a Rússia parecem ter a vantagem no desenvolvimento de atletas femininas que poderiam deixar sua marca por um longo tempo na divisão. A China não está muito atrás desses dois países.
  • Campeãs nacionais de temporadas anteriores: a maioria das atletas da Ásia se enquadra nesta categoria, entre os nomes estão Shahad Budebs (Emirados Árabes Unidos), Yuko Sakuyama (Japão), Aichen Chen (China), Dawon Jung (Coréia), Kristen Lim (Filipinas ) e Hajer Jamal (Kuwait).
  • Participantes de Sancionados: Estes são as atletas que competiram nos eventos, Asia CrossFit Championships e Pandaland CrossFit Challenge nas últimas duas temporadas: Alexsandra Buzunova (atualmente em 4º lugar na Ásia), Or Cohen (13º), Jingyi Zhang (29º) e Jui Hung ( 45).
  • Relativamente desconhecidas: Fique de olho em Seungyeon Choi, de 22 anos, da Coréia, já que ela estava no topo da tabela de classificação do Open da Asia e ficou em 44º lugar mundial graças a duas colocações entre as 100 primeiras. Sua colocação no Open teve um grande salto, de 740° lugar em todo o mundo no ano passado. Quando tinha 20 anos, competiu no Asia CrossFit Championship, terminando em 14º lugar. A russa Svetlana Kubyshkina teve três resultados no Open dentro do top 100, incluindo 59º lugar no 21.1. Ela terminou em terceiro no Open na região da Ásia e em primeiro na Rússia. Ela lidera um grupo de seis mulheres russas que terminaram entre as dez primeiras na Ásia.

Divisão Masculina:

  • Testados em batalha: embora ele ainda não tenha realmente competido em uma competição dos CrossFit Games ao vivo, Roman Khrennikov lidera este grupo e há poucos motivos para acreditar que ele não continuará a dominar, apesar de seu quarto lugar no Open na região. No ano passado ele terminou em 13º lugar na etapa online dos Games. O russo competiu em vários Sancionados nos últimos dois anos, incluindo a vitória no Italian Showdown em 2019 e terminando nos cinco primeiros no Dubai CrossFit Championship, Filthy150 e Strength In Depth.
  • Atletas mais novos chegando à elite: em 2019, Ant Hayes estourou no cenário dos Games com um impressionante 27º lugar em seu ano como novato. O bicampeão nacional da China, de Hong Kong, teve outra campanha de destaque no ano passado, antes que a pandemia da COVID-19 causasse o cancelamento do resto da temporada. Ele terminou em 50º lugar no Open na região da Ásia. Aleksandar Ilin também competiu nos Games de 2019, terminando em 56º. Este ano, ele alcançou três resultados entre os 50 primeiros no Open, colocando-o em 27º na geral e em segundo na Ásia.
  • Campeões nacionais das temporadas anteriores: Hamzeh Tarefi (Palenstino), Vedharth Thappa (Índia), Majid Al Sharaf (Bahrein), Amin Attallah (Jordânia), Mahmood Shalan (Emirados Árabes Unidos), Ram Dover (Israel) e Yasuhiro Uchibori (Japão) estão entre esse grupo.
  • Participantes de Sancionados: O chinês ZhenHua Zhou competiu no Asia CrossFit Championship e acumula experiência há dois anos, se tornando o campeão nacional da China neste ano no Open e terminando em quinto lugar geral na região da Ásia.
  • Relativamente desconhecidos: Stas Solodov, de 36 anos, surgiu do nada para levar o primeiro lugar na tabela de classificação da Ásia e terminou em 13º lugar no mundo. Ele teve o segundo melhor tempo do mundo no 21.2, 8:52, o que destacou seu desempenho no Open. Ele liderou os sete russos entre os dez primeiros da região. Joshua Hong (Coreia), de 22 anos, terminou em 18º lugar mundial no 21.1 com um tempo de 11:53, ajudando-o a terminar em 8º lugar na região.

Fora dos 60 melhores:

Mulheres: NA.

Homens: Myung Sik Kwak (136º), Khalid Aljarallah (196º) e Edmund Tan (209º).

Conclusão: essas duas quartas de final não poderiam ser diferentes: de um lado, a Oceania apresenta vários dos melhores atletas do mundo competindo entre si. Do outro lado, a Ásia, além de alguns indivíduos, está repleta de atletas relativamente desconhecidos fora de sua área. O que você pode esperar, porém, são alguns dos melhores tempos do mundo saindo de ambas as quartas de final, já que tivemos algumas performances incríveis durante o Open.

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