CrossFit Games

Uma Vaga Para os Games Sendo Construída Há 12 Anos.

May 16, 2021 by
Image Credit: Marcelo Kodato (https://www.instagram.com/marcelo.kodato/)
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Editor’s Note: This story was translated to Portuguese from the original English version, which you can read here.

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Uma rápida olhada no placar dos times mostra o Fourmixx Brasil como um grande favorito para conseguir uma das duas vagas nos Games pela América do Sul.

A equipe da Etto CrossFit poderia se tornar a primeira do Brasil a se classificar para os CrossFit Games, mas isso também seria a conquista da busca de mais de uma década por uma integrante da equipe – a mulher duas vezes mais condicionada do Brasil, Anita Pravatti.

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Pravatti começou sua jornada no CrossFit em 2009, quase uma década antes do Brasil se tornar o segundo maior mercado de CrossFit do mundo, ostentando mais de 1.000 afiliados e hospedando eventos Regionais, Sancionados e Semifinais.

  • A saúde era a prioridade na sua entrada na comunidade, como uma mulher de 23 anos lutando para superar uma série de problemas de saúde que atormentaram sua adolescência e juventude.
  • Pravatti: “Eu tinha síndrome do pânico e bulimia, e quando terminei um WOD me senti tão forte que levei isso para minha vida pessoal. Quando descobri essa força interna, consegui me livrar dessas doenças que carregava desde a adolescência”.

Começo humilde: Não demorou muito para que Pravatti desse o salto de fazer medballs com sacos de areia e moldar anéis de ginástica improvisados ​​com PVC – o Brasil só tinha um afiliado e era difícil encontrar equipamentos – para competir no esporte do fitness, representando o Brasil em um palco maior.

  • Pravatti se classificou pela primeira vez para as Regionais em 2012, pouco depois terminou em 4º lugar na Regional da América Latina, em 2014, a apenas três colocações da única vaga de classificação concedida à região na época.
  • Pravatti era um de um seleto grupo de favoritas para a vaga em 2015, quando uma mudança no sistema agrupou a América Latina com a Regional Sul e praticamente apagou as chances dos atletas da região de conseguirem uma vaga nos Games.

O Brasil estava começando a explodir como um hotspot do CrossFit, com o crescimento de afiliados indo de apenas 26 em 2012 para 526 em 2015, e Pravatti estava na vanguarda como uma das primeiras atletas de ponta do lado feminino.

  • Nas duas temporadas seguintes, ela alcançaria o melhor resultado da carreira no Open mundial e reivindicaria o título de “Mulher mais Condicionada do Brasil” em 2016 e 2017, mas com o sistema de Regionais combinado, o mais perto que ela chegaria da vaga para os Games, foi a 15ª colocação – a melhor de todas as brasileiras – na Regional Sul de 2017.
  • À medida que o Brasil se consolidava como o segundo maior mercado de afiliados, Pravatti era a mulher mais importante em uma comunidade que também foi a primeira fora dos Estados Unidos a ultrapassar a barreira dos 1.000 afiliados.

Para iniciar a temporada de 2018, outra troca de sistemas deu à América Latina sua Regional de volta, e São Paulo, Brasil, foi escolhido como a anfitriã para o anúncio do 18.1, que começaria a temporada.

  • Pravatti seria escolhida como uma das representantes brasileiras para participar do anúncio diante da torcida local, ao lado de Sam Briggs e Kristin Holte. Apesar da vaga dedicada aos Games, Pravatti terminou em 5º lugar nas Regionais, com a única vaga indo para a mexicana Brenda Castro.

Avançando para 2021, o caos das últimas duas temporadas deu origem a uma série de novos talentos na América do Sul no lado individual, com as argentinas Melina Rodridguez e Sasha Nievas e a conterrânea de Pravatti, Lari Cunha, assumindo as rédeas como as favoritas para chegarem a Madison.

  • Apesar da mudança de poder no lado individual, as chances dos Games de Pravatti ganharam nova vida na divisão de equipes, depois que seu time Fourmixx Brasil dominou as quartas de final na América do Sul.
  • O Team Fourmixx venceu duas das cinco provas e terminou com a metade dos pontos do próximo colocado e, mais importante, venceu a equipe que ficou em 3º lugar (a América do Sul fica com duas vagas) em todas as provas.

Em menos de um mês, uma das pioneiras do lado feminino do Brasil terá a chance de conquistar seu primeiro ingresso para os Games como atleta, e, embora virtualmente, o fará em casa, no Brazil CrossFit Championship.

  • “Estou muito grata por tudo que o CrossFit tem me dado, desde os títulos nacionais, até a participação em várias competições internacionais incríveis, mas nada é mais importante do que saúde e força para mostrar aos outros que você pode mudar seu destino.”

Mais de uma década após o início de sua jornada, Anita Pravatti está prestes a finalmente representar seu país no maior palco do esporte.

“Ir aos Games seria a coroação de tudo o que fui capaz de construir até hoje.”

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